3 questões ao Especialista

As crianças com menos de 3 anos não devem ser expostas à luz directa do sol.

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É durante a infância que a pele está mais receptiva aos radiação solar ultravioleta. O "capital solar" é rapidamente consumido durante a infância. É absolutamente indispensável evitar-se as queimaduras solares na pele da criança. O conselho do dermatologista para minimizar os riscos.

De acordo com a sua experiência, os pais têm cuidado suficiente com o Sol?

Hoje em dia, os perigos do Sol são muito mediatizados, a consciencialização está a evoluir positivamente.

No entanto, durante o Verão, constato com frequência sequelas de queimaduras solares no rosto e ombros de crianças. Nem sempre se trata de uma exposição solar sem prevenção na praia, mas sim da exposição solar enquanto se pratica desporto (bicicleta, ténis), momento em que os pais estão, por norma, menos vigilantes.

Que tipo de informação fornece aos pais sobre prevenção solar?

Explico-lhes o grau de sensibilidade da pele das crianças ao Sol.

Quanto mais clara é a tez (crianças ruivas ou louras), maior é o perigo. No Verão, a protecção deve ser manter-se, quer com o céu encoberto quer durante a actividade das crianças ao ar livre. As horas em que o Sol está alto são particularmente perigosas. É na idade adulta que as crianças poderão vir a sofrer as consequências da exposição solar sem precauções.

O que aconselha?

As crianças com menos de 3 anos não devem ser expostas à luz directa do sol.

Aconselho: óculos de sol com protecção anti-UV, chapéu de aba larga, t-shirt e protector solar com índice elevado, a aplicar-se nas zonas expostas. Essa protecção deverá ser eficaz contra os UVB e UVA,  aplicada em quantidade suficiente e renovada a cada duas horas. Em caso de calor é necessário dar-se de beber às crianças com frequência e evitar o Sol entre as 11 e as 16 horas.

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